Os cinco erros clássicos na educação de putas, prostitutas, escravas e outras meninas semelhantes

Continuação:
2. O dono não usa sua prudência e sua razão para castigar a escrava ou prostituta, mas se submete a seus sentimentos, que ditam o proceder dele.
A menina castigada deve ter tempo para refletir
sobre suas falhas. Mas o mesmo vale para o respon-
sável, que deve refletir antes de escolher o castigo.
A educação e os castigos tem sempre um objetivo. Geralmente contribuem para melhorar o desempenho da puta, para podar vícios e falhas, para aumentar o lucro do dono, para aperfeiçoar a menina, para agradar a certos clientes, para aumentar a submissão da menina ou para outros fins úteis e bons. Castigos sem objetivo não servem para nada.
Por isso o dono deve refletir e pensar antes de castigar. Não dá certo bater em uma menina por impulsos ou outros sentimentos espontâneos.
Em geral o dono não deve decidir sobre um castigo logo depois de uma falha, mas deve esperar até pensar com calma e só então escolher o castigo que visa o melhor para ele e para a menina, considerando seu lucro, a educação e a carreira da menina e outros aspectos. Ou ele deve pedir a um colega não envolvido para definir o castigo.
Muitos cafetões não conseguem controlar-se a si mesmos
e punem com raiva, cheio de emoções, estragando assim
muitas vezes a mercadoria: suas preciosas putas e prostitutas.
Isso não significa que ele seja conivente com falhas, negligências e imperfeições das meninas. Ele deve ser rígido, mas não para satisfazer a sua vingança ou por impulso, mas para deliberadamente corrigir o comportamento de suas pupilas através da punição eficaz e suficiente.
No caso do filme “12 anos escravo”, no entanto, o dono é comovido por sentimentos obscuros e não controlados como raiva, satisfação sexual e medo da reação da esposa, inimiga da vítima.


A esposa do patrão da escrava bonita tem
ciume dela, judia-a e convence seu marido
a tratá-la com crueldade brutal. Um dono
bom, porém, não ouve terceiros.
3. Ele deixa se influenciar por conselhos de outras pessoas que são desequilibradas porque também não conseguem controlar seus sentimentos, como sobretudo outras mulheres.
No filme o dono da escrava deixa-se incentivar por sua esposa, inimiga da escrava por sendo ela estuprada pelo dono, embora a esposa acha que o dono deve se abster das escravas em favor da esposa. 
Um cafetão bom pune com calma, sem pressa, e escolhe
castigos que formam o caráter da puta para o melhor.
Já que a esposa não tem o respaldo de uma família importante depende totalmente da benevolência do marido e não tem coragem de enfrentá-lo. Em lugar disso judia a escrava, uma reação muito comum em tais constelações e também amplamente conhecida na literatura sobre a escravidão no Brasil.
A escrava é inocente, porque ela tem que abrir suas pernas para seu dono, mas para a esposa ela é a culpada e ela faz de tudo para prejudicá-la. Por isso ela também instiga seu marido para bater na menina nua até “virar carne viva”.
Um dono de escravas, putas ou prostitutas, que segue o conselho de pessoas guiadas por sentimentos não controladas como ciúme, ódio, amor, nojo e outros não atua com prudência e sensatez. Ele é como um homem que compra uma rosa linda. Ele coloca-a em sua janela e se deleita com seu cheiro e suas cores. 
Mas o cachorro dele fica com ciúme da rosa, que ganha uma pequena parte das atenções, e resolve morder a rosa. O dono flagra o cachorro na tentativa e briga com ele, esperando que o cachorro aprende que não pode mexer com a planta do dono. Mas o cachorro só espera que o dono vira as costas e morde a rosa arrancando umas flores. Mas também o cachorro sai sangrando porque mordeu um dos espinhos. O cachorro uiva e o dono fica com raiva da rosa e destrói-a.
Cuidado com fogo: Muitos cafetões já estragaram suas
próprias putas por uso indevido de fogo e queimaduras.
Seria uma reação desproporcional, não é? Pela mesma razão o cafetão deve ter muito cuidado recebendo conselhos de outros, sobretudo de outras mulheres como suas prostitutas, namoradas ou esposa que não conseguem controlar seus ciúme, inveja e ódio.

Quem não consegue controlar seus sentimentos
corre risco de afligir espontaneamente mais
castigos do que planejado, estragando a puta.
4. Ele não consegue controlar seus sentimentos e sobretudo sua excitação sexual durante o açoitamento, embora que devesse saber que os sentimentos e sobretudo a excitação sexual não obedecem bem à razão e levam a pessoa a cometer erros.
Castigar uma menina nua pode ser um prazer para os olhos, porque a menina dança e se torce e oferece sem querer os aspectos mais interessante e excitantes. Além disso ela vira subserviente e quente, a bunda e os peitos gingam, a buceta se contrai e muitas mulheres molham também. Além disso muitos homens e também mulheres sentem um prazer em ouvir os estalos de um açoite na pele de uma menina bonita nua e os gritos, suspiros e promessas dela.
Por isso o castigador pode sentir uma excitação que faz com que ele continue com a punição além da quantidade definida antes. Um homem controlado e prudente, porém, conhece esse fraco e define o tamanho do castigo antes e se mantém neste limite.
Conhecida é a história de um cafetão francês do século XIV. Ele chamou seu filho de 17 anos, que era já ajudante do pai, e disse que iria fazer uma viagem de três semanas. Disse lhe que uma das putas teria desobedecido em uma coisa fútil, mas não deveria ficar sem castigo. Pediu então ao filho de amarrar a menina nua depois do expediente e lhe dar 3 açoites.
Na noite o filho mandou à puta para se desvestir e amarrou-a. Já com isso o jovem se excitou muito, e quando deu os três açoites à jovem, o tesão apoderou-o. Perguntou à jovem: “Gostou do castigo?”
Açoitamentos pesados devem ser coisa
do passado, porque o açoite estraga a
pele preciosa das meninas e diminui
assim o valor da mercadoria.
Hoje em dia os açoitamentos devem
ser substituídos por sessões de
eletrochoques.
Esta, na tentativa de ser uma menina boa e submissa, disse que sim. Aí o jovem disse: “Que bom, então vou te dar mais.”
Deu-lhe mais seis e perguntou se gostou do castigo mais pesado. Ela disse que não. Aí ele disse: “Você é uma puta e tem a ousadia de desgostar de algo que seu dono te outorga? De castigo por esse destempero receberás mais uma novena.” E assim a menina recebeu 18 açoites pesados.
Mas o pai já voltou na outra manhã, porque queria somente testar o filho. Reparou que o filho deu 15 açoites além do castigo definido, embora que ele nos anos da aprendizagem com seu pai já aprendera as regras. Por isso ele pegou o filho e deu 15 açoites nele. Era uma lição boa para o jovem, e talvez ela contribuísse para que ele, mais tarde, virou um cafetão bem sucedido que possuiu muitas meninas e abasteceu, entre outros, o palácio do bispo de Lion e certa oportunidade até a corte real francesa com suas putas deliciosas.

Quando a menina é toda prostrada e se submete,
o dono tem que aproveitar a situação para encravar
a submissão total na mente dela.
5. Ele não aproveita a prostração total da escrava nua depois do açoitamento para estuprá-la e fixar assim o seu domínio na mente e no coração da moça.
O momento depois de um castigo brutal como um açoitamento de uma moça novinha e nua é o minuto áureo para infundir sentimentos como submissão incondicional, fieldade e amor em uma escrava ou prostituta. 
Ela chora, é arrependida e deseja desesperadamente agradar ao dono para escapar futuramente dos castigos. Mesmo se ela nem sabe em que errou agarra-se nele na tentativa de segurá-lo com seus braços, pernas, boca e buceta porque enquanto ele está nela e em cima dela pelo menos sente-se segura de novos açoites. Pelos mecanismos conscientes e inconscientes desses processos psicológicos o momento mais favorável e imperdível para infundir submissão e vassalagem infinitas e duradouras em uma moça são esses minutos após um açoitamento ou outro castigo duro que serve para abalar a vaidade, o egoísmo e os outros sentimentos errados de uma escrava, prostituta, puta ou qualquer outra moça semelhante.
Depois de um castigo pesado putas querem mostrar
sua devoção a seu cafetão, os outros superiores e

também para com os clientes.Deem-lhe a oportunidade.
Em vez de transar com a negra açoitada o dono deixa-a a sós, e muito provavelmente esgota sua líbido excitada nos açoites da negra gostosa, jovem e nua na cama de sua esposa, que é inimiga declarada da negra por causa do ciume, sendo ela frequentemente estuprada pelo dono. A negra não tem culpa que é estuprada mas a esposa não é guiada pela lógica e pela razão, mas pelos sentimentos e sobretudo seu ciume e seu ódio.


Cultivando essa injustiça o dono permite que a escrava tenha tempo para refletir sozinha com suas dores e ela começa a ver nele um homem perverso, digno de desdem e ódio. No coração da moça bonita e gostosa crescem ódio e rebeldia em vez de submissão total e a vontade sincera de ser uma ferramenta ou cera nas mãos de seu dono e de viver só em função dele, para agradar a ele em tudo.
Depois de uma educação boa uma puta é devota ao seu cafetão, dono, adestrador ou outro superior e mostra sua submissão em tudo. Os responsáveis devem elogiá-la ressaltando o fato que virou um puta boa, gostosa, útil e dedicada.
Muitas putas pensam que são meninas, que fazem programa por tempo determinado, mas elas não veem a si mesmas como putas. É dever do dono ou cafetão convencer as suas meninas de que elas são realmente putas, escravas, cadelas e prostitutas para servirem ao dono e aos homens em geral.

Amarrar uma menina assim em um barzinho ou puteiro e liberá-la para o público por um ou dois dias ajuda muita para ela transformar-se verdadeiramente em uma puta submissa e devota aos seus superiores.